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A Rua Escura é uma cooperativa de produção de filmes, formada em 2020, na cidade do Porto, por André Gil Mata, Frederico Lobo, João Vladimiro, Luís Palito e Marta Lima.

 

Os caminhos que traçaram individualmente, apesar de nem todos os seus filmes terem sido auto-produzidos, levaram à criação de percursos enquanto produtores, que agora se unem nesta Rua Escura. 

Foram caminhos que se foram tocando, quer no  trabalho dos filmes uns dos outros, quer no encontro dos seus filmes, primeiro no lugar onde se conheceram (a cidade do Porto), depois em vários pontos do mundo. 

 

Os filmes de João Vladimiro, Frederico Lobo, Luís Palito e André Gil Mata cruzaram-se por festivais como o FidMarseille, Viennale, Mar del Plata, Dokufest, Vila do Conde, ou no Seminário Doc's Kingdom. Estes pontos de intersecção não parecem ser casuais, nem aleatórios. Foram lugares que levaram a um vértice que facilmente definiu um desejo de seguir, agora juntos.

 

A este grupo, junta-se Marta Lima, elemento com valências fundamentais na área da produção executiva, que complementa com uma dose de pragmatismo necessário esta tremenda vontade de seguir caminho na produção de cinema independente, em Portugal, e a partir do Porto. 

A Rua Escura apresenta-se crente que um realizador e um produtor são os pólos que mais devem libertar o filme para a sua forma final e que, por isso, são inseparáveis e simbióticos. 

 

Dada a sua curta existência, a Rua Escura não conta com filmes produzidos por si enquanto produtora. No entanto, a experiência dos seus fundadores, não só enquanto realizadores mas também como produtores de algumas das suas obras, deve ser assinalada, dada a vontade expressa de cada um  de contribuir com o seu trabalho para fortalecer esta recente produtora. 
 

Neste momento, a Rua Escura prepara já a pré-produção de Sob A Chama da Candeia, uma longa-metragem de ficção de André Gil Mata e a curta de ficção Campos Belos, primeira obra de David Ferreira, ambas produções nacionais da Rua Escura. 

Está também a co-produzir a curta-metragem  O Pátio do Carrasco (de André Gil Mata), com a Primeira Idade, e Couto Mixto (de Frederico Lobo), com a Terratreme Filmes. 

São passos que estabelecem pontes com as produtoras de Lisboa, numa continuidade de trabalho e amizade com aqueles  que foram seus companheiros de aventuras passadas, de paixões, amores, desamores, encontros que ficam fixos no tempo.


Encontram-se também em processo de finalização os filmes, Amanhã Matamos o Mar, de Luís Palito, Planalto, de Gonçalo Mota e O Caminho do Senhor S, de João Vladimiro.